Objectivos Gerais
Dotar os formandos de conhecimentos ao nível das teorias dinâmicas do brincar, em particular na sua contribuição para o desenvolvimento geral da criança. Conhecer, caracterizar e treinar os aspectos fundamentais para a realização do ludodiagnóstico e da
ludoterapia, bem como da relação com todos os seus intervenientes (pais, criança e restantes educadores).

Objectivos Específicos
No final da formação, os formandos deverão ser capazes de:
1 Compreender e descrever o conceito do brincar através das teorias dinâmicas, nomeadamente a winnicotiana;
2 Distinguir os conceitos de brincadeira e educação;
3 Especificar as contribuições do brincar no desenvolvimento geral da criança;
4 Caracterizar o setting psicoterapêutico em ludoterapia;
5 Planear um espaço psicoterapêutico em ludoterapia, de acordo com os principais parâmetros inerentes ao setting clínico;
6 Descrever a influência da linguagem nãoverbal
na relação psicoterapêutica em ludoterapia;
7 Aplicar os parâmetros da linguagem nãoverbal
em situações simuladas;
8 Analisar a comunicação nãoverbal
em situações simuladas, a partir de parâmetros auto e heteroreferenciados;
9 Modificar a comunicação nãoverbal
desajustada na relação psicoterapêutica em ludoterapia, em situações simuladas;
10 Definir o ludodiagnósticos como forma de avaliação psicológica da criança;
11 Utilizar o ludodiagnóstico na avaliação psicológica de uma criança, em situações simuladas;
12 Caracterizar os conteúdos manifestos e latentes das brincadeiras em ludoterapia;
13 Realizar dinâmicas de ludoterapia, em situações simuladas, com base nos parâmetros aprendidos, nomeadamente a comunicação verbal, nãoverbal,
e os conteúdos manifestos e latentes das brincadeiras;
14 Analisar as dinâmicas de ludoterapia em situações simuladas, a partir de parâmetros auto e heteroreferenciados;
15 Modificar o comportamento em situações simuladas, de forma ajustada aos parâmetros fundamentais da ludoterapia;
16 Identificar métodos de intervenção em ludoterapia, nomeadamente a mala de ludo, a mala das emoções e a caixa de areia;
17 Realizar dinâmicas de ludoterapia, em situações simuladas, com base em diferentes métodos de intervenção, nomeadamente a mala de ludo, a mala das emoções e a caixa de areia;
18 Analisar a pertinência de cada método de ludoterapia, em função das necessidades psicoterapêuticas da criança;
19 Reconhecer e descrever o papel dos pais nos processos de intervenção em ludoterapia;
20 Empregar uma linguagem acessível aos pais, que traduza os parâmetros psicológicos psicodinâmicos dos filhos;
21 Conceber metáforas e analogias que traduzam diversos parâmetros psicológicos e de personalidade, a utilizar no diálogo com os pais;
22 Conhecer e descrever os princípios básicos da realização de relatórios clínicos, perante a avaliação psicológica da criança;
23 Construir um estudo de caso que permita a aplicação dos conhecimentos gerais adquiridos;
24 Apresentar o estudo de caso contruído a partir dos parâmetros de interpretação dos resultados do ludodiagnóstico, bem como da sua intercorrelação com o desenvolvimento infantil e da personalidade, de forma à planificação objectiva do processo de intervenção em
ludoterapia;
25 Elaborar relatórios clínicos.


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